Brasil es un país #crueltyfree?

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Publicado el 27/12/2017

Aún que yo sea vegana hace 3 años y trabaje con maquillaje, hasta hoy no había buscado de una forma más desarollada como funciona la legislación brasileña a cerca del testeo animal en la industria cosmética. Me gustaría compartir con ustedes de una forma breve, como funcionan las leyes acá a partir de búsquedas en la internet a cerca del tema :)

El órgano responsable en monitorear esta industria y otras, como la industria farmacéutica y de alimentos en ámbito nacional es la ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). La ANVISA reglamenta cuales son los productos aptos al consumo sin prever una obrigatoriedad del testeo o no en animales para cosméticos, así cada empresa decide cómo deben ser hechos los testeos.

En 2014, el CONSEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), órgano conectado al Ministerio de la Ciencia y Tecnologia del país, reconoció 17 métodos alternativos al los testeos en animales y estabeleció que las empresas nacionales tienen hasta el 2019 para hacer la transición al los nuevos métodos. Esa medida fué legitimada por la ANVISA y ya está en proceso de tornarse realidad.

En algunas províncias del país (son 27 al total) la realización de los testeos en animales fué prohibida por ley, como ocurre en São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pará y Rio de Janeiro (aprobada este més!). Una buenísima notícia para los animales!

Y aun que esteamos caminando al fin de los testeos en animales para la produción de cosméticos en el país, la comercialización de los productos provenientes de las marcas que realizan tal crueldad todavia es liberada. Hoy día muchas marcas brasileñas son consideradas #crueltyfree por no testaren en animales directa o indirectamente. Esa información todavía puede ser incierta muchas veces por no haber una institución nacional certificadora que comprobe y monitore el testeo o no en animales. Entonces, es difícil saber seguramente si las empresas realmente dicen la verdad a cerca del orígen del producto final y de sus ingredientes.

Algunas certificadores estrangeras actuan en Brasil, lo que nos trae un poco más de seguridad, como la PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) y la Leaping Bunny, pero poquísimas marcas nacionales son certificadas.. Dentre las marcas certificadas por PETA y que están disponíbles en Brasil, pude verificar través de búsquedas quales son brasileñas, aún que algunas marcas no disponibilizen muchas informaciones (ve la lista completa acá):

PETA - Brazil

Espero que pronto más marcas sean certificadas para que posamos tener informaciones más seguras a cerca de lo que consumimos. Recuerden que ni todos los productos #crueltyfree son veganos, o sea, productos de empresas que no realizan testeos en animales pueden contener ingredientes de orígen animal.

Espero también haber contribuído al traer estas informaciones y inpirar a todos a pensar sus hábitos de consumo en 2018. Por qué no empiezar a apoyar siempre que posible las marcas cruelty-free?

Gracias y hasta el próximo post! Un Feliz 2018 :)

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Mesmo sendo vegana há 3 anos e trabalhando com maquiagem, nunca havia buscado de uma forma mais aprofundada como funciona a legislação brasileira sobre a realização de testes em animais na indústria cosmética. Gostaria de compartilhar com vocês, de uma forma breve como funcionam as leis sobre essa prática aqui no Brasil a partir de pesquisas em sites disponíveis na internet.

O órgão responsável em monitorar esta indústria e outras, como a indústria farmacêutica e alimentar em âmbito nacional é a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A ANVISA regulamenta quais são os produtos aptos ao consumo porém sem prever a obrigatoriedade de testes em animais para cosméticos, cabendo a cada empresa decidir como devem ser feitos os testes.

Em 2014, o CONSEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia do país, reconheceu 17 métodos alternativos aos testes em animais e estabeleceu que as empresas nacionais têm até 2019 para fazer a transição aos novos métodos. Essa medida foi validada pela ANVISA e já está em processo de te se tornar realidade.

Em alguns estados do país a realização de testes em animais foram proibidas por lei, como acontece em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pará e Rio de Janeiro (aprovada este mês!). Uma boa notícia para os animais!

Apesar de estarmos caminhando ao fim dos testes em animais para a produção de cosméticos no país, a comercialização de produtos provenientes de marcas que realizam tal crueldade ainda é liberada.  Hoje em dia muitas marcas brasileiras são consideradas #crueltyfree por não realizarem testes em animais direta ou indiretamente. Essa informação muitas vezes ainda é duvidosa por não termos uma instituição nacional certificadora que comprove e monitore a realização de testes ou não em animais. Então, fica difícil saber com certeza se as empresas realmente dizem a verdade sobre a origem do produto final e seus ingredientes.

Algumas certificadoras estrangeiras têm atuado no país, o que nos traz alguma segurança. É o caso da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) e da Leaping Bunny, mas pouquíssimas marcas nacionais são certificadas. Dentre as marcas certificadas pela PETA e que estão disponíveis no Brasil, pude verificar através de pesquisas quais são brasileiras, apesar de alguns sites não disponibilizarem muitas informações (veja a lista completa aqui):

Espero que em breve mais marcas sejam certificadas para que possamos ter informações mais seguras sobre o que consumimos. Vale lembrar que nem todos os produtos #crueltyfree são veganos, ou seja, mesmo produtos de empresas que não realizam testes em animais podem conter ingredientes de origem animal.

Também espero ter contribuído ao trazer essas informações e inspirar você a repensar seus hábitos de consumo em 2018. Que tal começar a apoiar sempre que possível marcas cruelty free?

Obrigada e até o próximo post! Feliz 2018! :)

Mayara Tutumi

Mayara Tutumi es maquilladora, artista, educadora, virginiana y vive en São Paulo con sus dos gatitos, Pablo y Cícero. Es vegetariana desde 2013 pero en 2015 adoptó el veganismo. Desde entonces ha buscado estar en el mundo de una forma más sustentable y integrada a otras causas, además del bienestar animal. Usa las redes sociales para compartir aprendizajes a cerca de alimentación, belleza y el consumo consciente.

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